Engenharia, Operação e Educação de Trânsito
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Programação de um semáforo usando o método do grau de saturação
Luis Vilanova
Procedimento para calcular o tempo de ciclo e os tempos de verde que toma por base a imposição do grau de saturação para cada uma das vias controladas pelo semáforo.
07/Set/2005
Verde de Segurança
Luis Vilanova
Qual é o papel do verde de segurança de um movimento controlado por semáforo e como dimensioná-lo.
26/Set/2005
Fundamentos da programação semafórica
Luis Vilanova
Primeiros passos da teoria de cálculo da programação semafórica de um semáforo isolado, com a dedução das equações básicas para o cálculo do tempo de ciclo e dos tempos de verde.
04/Nov/2005
Um paradoxo nas travessias semaforizadas de pedestres
Sun Hsien Ming
Em tese, quanto maior é o tempo de verde para os pedestres, maior deveria ser a tranqüilidade, a segurança e o conforto para realizar a travessia. Entretanto, não é isto que ocorre, em situações com verde muito longo, quando o pedestre inicia sua travessia nos instantes finais do seu verde.
20/Nov/2005
Avaliação do Desempenho nos Períodos de Pico do Tráfego de Interseções Semaforizadas com Controle Centralizado em Tempo Fixo e Real
Carlos Felipe Grangeiro Loureiro, Marcos José Timbó Lima Gomes e Carlos Henrique Pires Leandro
Comparação do desempenho do trânsito em seis interseções semaforizadas de Fortaleza com planos de tempo fixo dimensionados pelo TRANSYT versus o controle, em tempo real, do sistema SCOOT. Avaliação, nos períodos de pico, da magnitude e do grau de variabilidade dos indicadores atraso médio e volume atendido em cada aproximação destes cruzamentos.
20/Nov/2005
Variação do fluxo de saturação por tipo de faixa e períodos de pico em interseções semaforizadas de Fortaleza
Francisco Moraes de Oliveira Neto, Marcelo dos Santos de Luna e Carlos Felipe Grangeiro Loureiro
Identificação do efeito do tipo de faixa e do período de pico sobre o valor médio e sobre o coeficiente de variação do fluxo de saturação em 136 faixas de tráfego. Foram comparados os valores para faixas exclusivas de tráfego direto, faixas exclusivas de conversão à esquerda e faixas compartilhadas de conversão, nos períodos de pico da manhã, meio-dia e tarde.
18/Dez/2005
Semáforo em amarelo intermitente no período da madrugada
Luis Vilanova
Operação do semáforo em amarelo intermitente durante a madrugada. Relato de experiências anteriores, discussão do assunto sob o prisma social, técnico e jurídico. Proposta de critérios para decidir onde pode ser instalado.
23/Jan/2006
Redução de acidentes devido à reprogramação semafórica
Luis Vilanova e João Cucci Neto
A implantação do Projeto CTA em São Paulo, cuja principal característica é a aplicação do Controle em Tempo Real nos seus principais semáforos, trouxe expressiva redução no número de atropelamentos e colisões com vítimas. O desafio, então, foi descobrir quais intervenções tinham sido, exatamente, as responsáveis pela melhoria da segurança.
12/Fev/2006
Levantamento Expedito de Dados para Reprogramação Semafórica
Luis Vilanova
As dificuldades práticas, envolvidas no levantamento dos dados necessários, tornam impraticável, muitas vezes, o tratamento mais aprimorado da programação dos semáforos. O texto descreve um método expedito e simplificado para coletar os dados de campo, método este que vem usado com êxito na cidade de São Paulo.
20/Mar/2006
Progressão em tempo real versus tempo fixo por banda de passagem em períodos de baixa demanda
Paulo Marinho de Paiva Neto, Manoel Mendonça de Castro Neto e Carlos Felipe Grangeiro Loureiro
Avaliação da eficácia da implantação da progressão de tempo fixo por maximização da banda de passagem nos corredores arteriais de Fortaleza, em períodos de baixa demanda de tráfego. A análise, baseada em um estudo de caso, consistiu na comparação entre a eficiência desse tipo de progressão com aquela proporcionada pelo sistema de controle adaptativo SCOOT, utilizado pelo Sistema Centralizado de Controle do Tráfego de Fortaleza – CTAFOR, adotando como medidas de desempenho valores de atraso veicular e qualidade da progressão, simulados pelo próprio sistema. Os resultados obtidos por meio das análises de inferência estatística confirmaram as expectativas iniciais de que, em períodos de baixa demanda, a progressão de tempo fixo por banda de passagem reduz atrasos e número de paradas nos links do corredor, beneficiando também as vias transversais.
20/Abr/2006
Metodologia de avaliação espacializada do desempenho operacional de diferentes estratégias de controle semafórico centralizado
PAULO MARINHO DE PAIVA NETO, HAMIFRANCY BRITO MENESES e CARLOS FELIPE GRANGEIRO LOUREIRO
Proposta de uma metodologia para avaliar o desempenho operacional de diferentes estratégias de controle semafórico centralizado, em caráter global e espacial. Este desempenho é calculado por modo de transporte, num dado período do dia, com base nos atrasos causados pelas estratégias avaliadas, assim como no tempo e no número de viagens entre pares de Zonas de Análise de Tráfego da área analisada.
23/Jul/2006
Utilização de semáforos atuados pelo tráfego
WAGNER BONETTI Jr., Esp. e HUGO PIETRANTONIO, Prof.Dr.
Exposição das vantagens e desvantagens da instalação e uso do controle de um semáforo isolado pela atuação do tráfego. Apresenta-se um estudo de campo realizado na cidade de Campinas, comparando o desempenho do controle semafórico de tempos fixos com aquele atuado pelo tráfego em uma interseção isolada.
07/Set/2006
Sincronismo usando GPS
Mário Piai Júnior
A utilização de GPS para efetivar a coordenação semafórica já vem sendo há tempos em outros países e chega agora ao Brasil.
17/Ago/2009
Sinais Luminosos – Textos didáticos
AMÉRICO HENRIQUE PIRES DA COSTA, ÁLVARO JORGE DA MAIA SECO E ANTÓNIO LUÍS PIMENTEL VASCONCELOS
Os autores, professores de universidades portuguesas, prepararam este excelente material didático, onde tratam dos aspectos mais relevantes do tema “Programação semafórica”.
31/Jan/2007
Dimensionamento dos tempos de entreverdes para os veículos
Luis Vilanova
Este artigo substitui trabalho anterior publicado com o mesmo título. As mudanças mais importantes foram a incorporação do efeito das rampas no cálculo do tempo de amarelo e a atualização do valor da taxa de desaceleração aceitável.
09/Out/2007
Análise da configuração espacial de subáreas do controle de tráfego de Fortaleza
Francisco Arcelino Lima, Dante Diego de Moraes Rosado e Souza, Miguel Barbosa Ary e Carlos Felipe Grangeiro Loureiro
Desenvolvimento e aplicação de metodologia de avaliação de diferentes configurações espaciais de subáreas em redes de semáforos com controle centralizado em tempo real. Na avaliação da configuração proposta, seu impacto na qualidade do tráfego deve ser quantificado sob duas perspectivas: de modo pontual, a partir da redução do atraso veicular em cada aproximação da rede semafórica e agregado espacialmente, com base no indicador Percentual de Atraso Veicular por Subárea (PAV).
04/Fev/2008
Controle de Tráfego em Tempo Real: Novos Paradigmas, Dificuldades e Primeiros resultados
Gabriela Pereira e Marcelo Vinicius de Magalhães Ribeiro
O artigo aborda a etapa implementação, em Belo Horizonte, do Controle de Tempo Real de semáforos com a utilização do software Itaca. A implantação de um sistema semafórico adaptativo em tempo real requer a adoção de algumas estratégias especiais que visem, principalmente, envolver as equipes responsáveis pela operacionalização do trânsito e pela programação semafórica no desenvolvimento do projeto. O trabalho tem como objetivo central comparar o sistema de controle semafórico em tempo fixo, que era a estratégia que operava anteriormente, com o novo sistema de tempo real.
01/Mai/2008
Avaliação da progressão semafórica em Tempo Real nos períodos de média e alta demanda de tráfego: Estudo de caso
Antonia Fabiana Marques Almeida e Hamifrancy Brito Meneses
Este trabalho, também apresentado no 16º Congresso da ANTP, trata de um estudo de caso que avalia duas modalidades distintas de controle semafórico na cidade de Fortaleza. O objetivo é analisar a eficácia obtida pela implantação de progressão semafórica em Tempo Real em um corredor arterial nos períodos de média e alta demanda de tráfego.
22/Jun/2008
Proposta de medidas e critérios para adequação da sinalização semafórica nos períodos noturno e de tráfego reduzido
José Maurício Pinto Júnior
O trabalho, apresentado no 16º Congresso da ANTP, relaciona os critérios funcionais e legais utilizados para balizar a tomada de decisão sobre o tipo mais adequado de operação dos semáforos tanto no período noturno como em outros horários de baixo volume de tráfego. Expõem-se as características e condições que os locais devem apresentar para cada tipo de solução. São tratados os modos de operação amarelo intermitente, apagado parcial, atuado e tempos fixos com tempo de ciclo reduzido.
22/Jun/2008
Dimensionamento do entreverdes - Uma abordagem probabilística
Sun Hsien Ming
Este trabalho é baseado na metodologia apresentada por SAID M. EASA no seu artigo “Reliability-Based Design of Intergreen Interval at Traffic Signals”. O método corrente para calcular o entreverdes é determinístico. Contudo, as variáveis que entram no cálculo são variáveis aleatórias. EASA apresenta um método que considera a natureza aleatória dos fenômenos envolvidos. O período de entreverdes, por ser um período de transição de direitos de passagem, é, pela sua natureza, bastante crítico em termos de possibilidades de ocorrências de acidentes de tráfego. No final do estágio, há motoristas que querem passar para evitar aguardar o próximo ciclo. Ora, o final de um estágio corresponde, necessariamente, ao início de outro estágio. No início do estágio, há aqueles que podem querer antecipar-se ao verde e que podem expor-se aos transgressores do estágio que termina. Daí, o período de entreverdes ser caracterizado como um período crítico em termos de segurança em interseções semaforizadas.
08/Mai/2009
Cálculo de entreverdes no Japão e na Alemanha
Sun Hsien Ming
O presente trabalho está baseado em informações contidas no artigo “A Probabilistic Approach to Evaluate Safety during Intergreen Intervals at Signalized Intersections” de Keshuang Tang e Hideki Nakamura (TRB 2009 Annual Meeting CD-ROM) e tem como objetivos apresentar os métodos utilizados no Japão e na Alemanha para o dimensionamento de entreverdes em interseções semaforizadas e fazer uma discussão crítica desses modelos em relação aos métodos recomendados pelo ITE e AASHTO. O trabalho também se vale de dados extraídos do artigo “Implementation of Real-time Yellow Interval Adjustment Based on Deceleration Rates and Pavement Friction Factors at Signalized Intersections” de Young-Jun Moon, Ph. Dr., Kwansoo Lim e Yukyung Park.
01/Nov/2009
SIRI - Um simulador mesoscópico para redes de semáforos
Luis Molist Vilanova
Siri é um simulador mesoscópico, na forma de programa de computador, cuja função é calcular programações de semáforos coordenados operando na estratégia de tempos fixos. O programa otimiza o desempenho dos semáforos no que tange ao atraso e ao número de paradas. Foi desenvolvido pela CET de São Paulo e seu lançamento ocorreu no início de 2004. Atualmente, cerca de 250 semáforos paulistanos operam segundo os tempos calculados pelo Siri, que se encontra na versão 2.2. O texto delineia os motivos que levaram à sua criação, o modelo de tráfego e o algoritmo utilizados, bem como a medida de sua confiabilidade até o presente momento.
18/Set/2008
Reprogramação de semáforos: Método de Observação de Campo
Sergio Ejzenberg
Manter os semáforos com temporização adequada aos fluxos variáveis de tráfego é uma das muitas dificuldades com que se defrontam os responsáveis pelos órgãos de gestão do tráfego das cidades. O aumento dos fluxos de tráfego, decorrente do próprio desenvolvimento urbano, exige que a reprogramação dos tempos dos semáforos seja feita, pelo menos, uma vez por ano. Paralelamente, vem se intensificando nos últimos anos a substituição dos arcaicos controladores de programação única por controladores eletrônicos que comportam múltiplos planos, capazes de assim atender às variações dos fluxos de tráfego. O método proposto facilita, através de seu enfoque prático, a elaboração de novos planos semafóricos. Muito mais que uma ferramenta teórica adicional de cálculo, constitui uma metodologia de trabalho que, dispensando pesquisas de fluxos de tráfego (“contagens”) e sem requerer cálculo de fluxos de saturação (“capacidade”), possibilita resultados rápidos e com alta qualidade.
06/Fev/2010
